RecycleNow!
O conforto e a comodidade que a tecnologia proporciona, tem seu preço. O que fazer com o computador, seus periféricos, pilhas e baterias de celulares, consoles de games, os chamados "lixos hi-tech" ou "e-waste"? Devido ao aumento de consumo e produção, há uma crescente conscientização da gravidade da situação sobre a destinação deste tipo de lixo que pode causar sérios danos ao ambiente e/ou saúde das pessoas, por conterem ácidos, metais pesados, contaminando o ar, veios d'água, rios e vindo com o tempo a afetar nosso sistema nervoso central, figado, rins, pulmões etc. Países industrializados, governos, empresas e ONG's (WWF, GreenPeace) estão elaborando juntos iniciativas para padronização global da reciclagem, buscando separar materiais valiosos e tóxicos de forma a serem reaproveitados ou mesmo, descartados de maneira apropriada. O objetivo é constituir leis que tragam um consenso entre as práticas adotadas pelos países, possibilitando processos simplificados de descarte consciente.
Conforme os dados dispostos pelo vídeo a cada ano nos Estados Unidos são geradas milhões de libras de resíduos eletrônicos originários de televisores e computadores obsoletos. O custo de reciclagem estimado para a reciclagem de um computador nos Estados Unidos e de 30 dólares, enquanto na China são dois dólares. No período entre 1997 a 2007, ou seja, dez anos, foram gerados certa de 500 milhões de computadores obsoletos. Ainda mais, todo o lixo eletrônico norte americano e enviado para países em desenvolvimento. A reciclagem de lixo eletrônico e demais operações relacionadas encontradas na China, Índia e Paquistão são extremamente poluentes e prejudiciais para os seres humanos. Tipicamente, essa “reciclagem” envolve queima a céu aberto de resíduos plásticos, exposição a soldas tóxicas por parte das pessoas que trabalham sem nenhuma proteção, contaminação dos rios etc.
Alguns elementos perigosos encontrados nos resíduos eletrônicos são:
Mercúrio – gera danos cerebrais;
Berílio – gera câncer pulmonar;
Cromio – gera danificação do DNA;
Chumbo – gera danos ao sistema nervoso central, sistema sanguíneo, rins e sistemas reprodutivos;
Cobalto – elemento que apresenta radioatividade;
Arsênico – Veneno.
No desfecho do vídeo são sugeridas ações para atenuar o quadro de degradação proporcionado pelo manejo irresponsável, como a de devolver nossos equipamentos eletrônicos usados de volta aos fabricantes ou mesmo a centros de reciclagem responsáveis que não exportem esses resíduos. Sugere ainda que apoiemos leis que incentivem os fabricantes a reduzir o nível de elementos tóxicos em seus produtos.
A única lei que está em vigor no Brasil, Lei nº 6.938 de 1981, de trato ambiental, estabelece que os fabricantes de baterias, pilhas e derivados são responsáveis pelo recolhimento e reciclagem desses produtos. Várias leis que tratam do tema estão sendo discutidas no Brasil (projetos voltados à sustentabilidade ambiental, descarte de sólidos), mas não podemos esperar que um governo lento e burocrático nos auxilie na preservação ambiental. Esperamos contribuir de alguma forma, assumindo uma perspectiva esclarecida e comprometida, buscando dialogar sobre “o que fazer” e “como fazer”, por meio de uma postura disciplinada e criativa sobre o impacto do ”e-lixo” em prol da prosperidade da vida ambiental e de seus ecossistemas diversos.
Conforme os dados dispostos pelo vídeo a cada ano nos Estados Unidos são geradas milhões de libras de resíduos eletrônicos originários de televisores e computadores obsoletos. O custo de reciclagem estimado para a reciclagem de um computador nos Estados Unidos e de 30 dólares, enquanto na China são dois dólares. No período entre 1997 a 2007, ou seja, dez anos, foram gerados certa de 500 milhões de computadores obsoletos. Ainda mais, todo o lixo eletrônico norte americano e enviado para países em desenvolvimento. A reciclagem de lixo eletrônico e demais operações relacionadas encontradas na China, Índia e Paquistão são extremamente poluentes e prejudiciais para os seres humanos. Tipicamente, essa “reciclagem” envolve queima a céu aberto de resíduos plásticos, exposição a soldas tóxicas por parte das pessoas que trabalham sem nenhuma proteção, contaminação dos rios etc.
Alguns elementos perigosos encontrados nos resíduos eletrônicos são:
Mercúrio – gera danos cerebrais;
Berílio – gera câncer pulmonar;
Cromio – gera danificação do DNA;
Chumbo – gera danos ao sistema nervoso central, sistema sanguíneo, rins e sistemas reprodutivos;
Cobalto – elemento que apresenta radioatividade;
Arsênico – Veneno.
No desfecho do vídeo são sugeridas ações para atenuar o quadro de degradação proporcionado pelo manejo irresponsável, como a de devolver nossos equipamentos eletrônicos usados de volta aos fabricantes ou mesmo a centros de reciclagem responsáveis que não exportem esses resíduos. Sugere ainda que apoiemos leis que incentivem os fabricantes a reduzir o nível de elementos tóxicos em seus produtos.
A única lei que está em vigor no Brasil, Lei nº 6.938 de 1981, de trato ambiental, estabelece que os fabricantes de baterias, pilhas e derivados são responsáveis pelo recolhimento e reciclagem desses produtos. Várias leis que tratam do tema estão sendo discutidas no Brasil (projetos voltados à sustentabilidade ambiental, descarte de sólidos), mas não podemos esperar que um governo lento e burocrático nos auxilie na preservação ambiental. Esperamos contribuir de alguma forma, assumindo uma perspectiva esclarecida e comprometida, buscando dialogar sobre “o que fazer” e “como fazer”, por meio de uma postura disciplinada e criativa sobre o impacto do ”e-lixo” em prol da prosperidade da vida ambiental e de seus ecossistemas diversos.











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